Nomade way of life
Um dia eu me encontro. Por enquanto vou procurando sem pressa...
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
Would be Ireland creating a generation of vagabonds?
I don’t understand anything about economy, and if you asked me something about the present crisis I won’t give you technique or even some useful information. Besides the fact that I’m journalist (at least that’s what my diploma says) I don’t have deep knowledge about anything, what is a shame, but anyway, I can give you my impressions about some things. Now I’ll play an expert in Irish crisis, since I’ve worked for a bankrupt business person and now I’m working for an accountant who works in a bank.
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Denise com s.
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E a economia na Irlanda hein?
Primeiramente, eu não entendo nada sobre economia e se quer sei administrar as minhas próprias finanças, portanto, não me questione sobre fatores técnicos acerca da atual crise econômica, ok? Sim, eu sou jornalista (pelo menos é o que o meu diploma diz), mas eu não domino nenhum assunto, o que é uma vergonha para um profissional da área, eu sei. O que eu posso oferecer são algumas impressões baseadas em experiências de vida e não em conhecimento acadêmico ou similar. Agora com licença que eu vou ‘fazer’ a especialista em crise financeira com foco na Irlanda e é claro, baseada nas minhas experiências pessoais. A primeira delas vivida na casa de um empresário falido e a segunda na casa de um contador que trabalha para um banco. O que os dois têm em comum? Trabalhei para ambos.
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Denise com s.
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domingo, 11 de setembro de 2011
Sumida, eu sei. Essa preguiça que me mata!
Ola!
Muito tempo se passou. Parece que foi ontem, mas dia 23 eu completo um ano de Irlanda! E ainda tenho mais um ano pela frente. É isso mesmo, renovei o meu visto para mais um ano. Nesses quase 12 meses eu notei algumas mudanças, e uma das mais importantes foi a minha mãe quem sinalizou. Ela me ligou como faz religiosamente pelo menos duas vezes por semana _graças a Deus, porque se não fosse a minha mãe amada para me dar o suporte necessário eu teria, certamente, abandonado o barco_ e me parabenizou por não ter desistido. Eu até levei um susto, mas depois comecei a lembrar do meu comportamento há algum tempo atrás.
Se a minha aventura da Irlanda tivesse acontecido há 5 anos atrás (tempo que a maioria das pessoas julga certo para fazer intercâmbios e afins) eu certamente teria pulado fora do barco nos primeiros meses. Eu passei por muitas dificuldades aqui. Vim sozinha, com o dinheiro contado e com uma grande expectativa que depois de alguns dias de Dublin se transformou em angustia. Eu explico melhor: Nos post anteriores vocês podem ler os perrengues pelos quais passei com a hostfamily e com a agência que contratei. Depois disso foi a pressão para achar um quarto, e quando achei o bendito, aprender a conviver e lidar com as diferenças na casa. Não era uma época propícia para festejos porque eu estava bem preocupada com a grana acabando, mas eu convivia com festas intermináveis com bebidas, doces, pó e afins, festas essas que aconteciam a qualquer dia da semana… Tudo isso no primeiro mês. Mas as coisas foram melhorando. Sempre melhoram. Tudo passa, né?
Aí foi a vez de outros contratempos estrearem. Se tem uma coisa que devemos aprender na vida é que temos que nos preparar para encarar situações adversas.Estou, inclusive, estou passando por um curso intensivo por aqui ...rsrsr Como diz a minha mãe: “Todos, sem excessão, têm seus problemas para resolver e na verdade temos mesmo é que agradecer, pois poderia ser pior” Parece pessismista, mas é real. Pode observar, todo mundo tem dias bons e não tão bons assim, é a vida.
Mas voltando à Irlanda, no meu primeiro emprego eu trabalhei para um pai solteiro, bem bonito inclusive. Ele ficava perambulando pela casa de cueca, bebia, fumava maconha e me oferecia vinho todos os dias. Até hoje não sei se rolavam segundas intenções, mas ainda que rolasse, era só da parte dele, porque para mim onde se ganha o pão não se come a carne…
Na casa dele eu tive uma primeira impressão do que é uma família irlandesa. Não é lenda, eles realmente não tomam banho todos os dias, mas lá o lance era crítico. O menino mais velho ficou 15 dias sem tomar banho! Não é mentira. Eu saía de casa depois deles e chegava antes, então não havia a menor possibilidade de ele ter tomado banho nesse interim de tempo. Não, ele não era autorizado a tomar banho na escola. Quando eu saí da casa ele estava tomando banho três vezes por semana, um grande avanço para quem tomava banhos quinzenais, certo? Espero que a nova au pair consiga fazê-lo descobrir o prazer do banho diário ;)
Outro desprazer que experientei na casa desse chefe foi o lance do pagamento. Não sei qual é a imagem que eles têm do Brasil, mas a nossa economia está bem melhor do que a deles, e ainda que não estivesse, o investimento que um brasileiro faz para estudar fora é grande, então não estamos aqui para trabalhar por prato de comida. Acho que eles desconhecem esse lado dos estudantes brazucas… Enfim… Eu tive que cobrar o meu pagamento incontáveis vezes, o que foi uma das experiências mais constrangedoras da minha vida! Eu ouvi outros colegas dizerem que tiveram problemas com chefes mau pagadores, mas prefiro acreditar que seja uma minoria que aja dessa forma…
Após nove meses de serviços prestados eu pedi parta sair. Hehe! Agora trabalho para uma família tradicional: Pai mãe e dois filhos. Como eu sou a primeira au pair deles não têm faltado gentilezas. Eles têm se mostrado finos, gente boa mesmo,sabe? Estou bem feliz! Se eu quero trabalhar em outros empregos? Sim, claro! Já até andei fazendo uns bicos como garçonete, faxineira (sim, fiz faxina) e foi bem legal, grana rápida e fácil, já que a faxina por essas bandas consiste em passer aspirador de pó, limpar o chão da cozinha, passar um paninho no banheiro, passar uma roupinha de vez em quando e c'est fini… Mas eu quero conciliar atividades. Trabalhar como au pair me proporciona conforto. Eu tenho um quarto só para mim, abro a geladeira e encontro um monte de coisas gostosas para comer e nem preciso pensar em comprar nada, uso internet, luz e aquecimento sem me preocupar com contas… Enfim. No início eu achava péssima a idéia de ser babá, mas agora eu não quero outra coisa… Fora que se eu for optar por outro emprego eu provavelmente vou ter que dividir quarto com brasileiro (porque Dublin só tem brazuca), as possibilidades de trabalhar com compatriota também são grandes e resumindo: eu não vim aqui para falar a língua portuguesa. É por isso que eu sou au pair live-in e não troco esse emprego por qualquer um não, só concilio.
Não estou namorando, mas sozinha eu não fico né? Rsrsr Já andei dando uma diversificada nas nacionalidades… Fiquei com um australiano (na França haha!), com francês, irlandês (2) e italiano. Pretendo aumenar essa média! Haha!
Fui à Liverpool e à Paris sozinha e depois viajei com o meu irmão na viagem dos sonhos. Fomos à Holanda, França, Inglaterra, Escócia, Alemanha e Turkia. Fora os meus chiliques e alguns outros contratempos deu tudo certo. Ano que vem vou para a Grécia, Itália, Espanha e talvez Portugal. Quero visitar outros lugares também, mas essas são as minhas prioridades.
Outro projeto para o próximo anos é garantir alguma certificação no idioma. IELTS ou CAE aguardam por mim!
Estou com saudades matadoras da minha família e amigos. Quando cheguei na Irlanda eu chorava quase todos os dias. As lágrimas secaram e a saudade se transformou. Acho q agora eu estou mais racional, já que a fragilidade do início de viagem passou. É claro que sempre quando tenho algum aperto eu recorro à mamãe, mesmo com os meus 32 anos nas costas. Mas enfim, como diz o dito popular “O que não nos mata nos fortalece ”, certo?
Texto chato da porra! Só um esquenta parta voltar à ativa. No próximo eu espero voltar com as piadinhas infames e o sarcasmo de sempre. Feliz por ter voltado a postar.
Ah, vou postar em inglês também, porque não basta escrever mal só em português, né?
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Denise com s.
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quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
As drogas na Irlanda
Aí você vai passar o fim de semana em um hotelzinho bem família e encontra um adesivo como este no vaso sanitario:
Sad but true!
"As droga", mano!
Sad but true!
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Denise com s.
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13:39
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domingo, 6 de fevereiro de 2011
Am I a fucking au pair?
Muito tempo passou desde o primeiro post e eu já fiz 4 meses de Irlanda. A preocupação com o inglês aumentou, já que depois que você consegue entender e se fazer entendido fica um pouco difícil mensurar o seu progresso no aprendizado. Eu continuo tendo dificuldades com tempos verbais e meu vocabulário tem muito a ser aprefeiçoado, mas eu juro que vou me eu vou trocar a Bulmers pelos livros. A conversação eu tenho treinado aqui e ali. Eu moro em uma família irlandesa e isso tem ajudado muito, e além disso tenho conhecido gente nova sempre.
Pensei que fosse escapar de ter problemas com chefe, porque afinal de contas eu sou uma babá, o que o meu chefe poderia reclamar de mim?
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Denise com s.
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14:50
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segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
sábado, 13 de novembro de 2010
Particularidades da Irlanda.
Primeiramente quero assumir que estou escrevendo esse texto bêbada. O meu chefe, que começou a pintar a sala de manhã, parou para assistir o jogo de Rugby à tarde e voltou à noite mega cansado, abriu uma garrafa de vinho branco frisante, me ofereceu uma taça, deitou no sofá e dormiu, e agora eu estou aqui com a lata de pringles, a barra de Kitkat e com a garrafa de vinho.
Bom, vou postergar o texto sobre as garotas da Irlanda porque falta o material visual. Eu tenho que fazer algumas fotos para ilustrar esse post, mas por enquanto eu falo de algumas particularidades que já sabíamos que existiam graças ao cinema, mas que agora eu experimento no dia-a-dia.
Hora do banho? #NOT!
A primeira constatação e que tomar banho todos os dias e coisa de brasileiro. Estou nessa casa há duas semanas e constatei que as crianças tomam banho, em media, duas vezes por semana. Eu saio depois delas e chego antes, não tem como eles darem banho sem que eu saiba...
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Denise com s.
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02:30
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